A saúde bucal costuma ser associada apenas à estética do sorriso, à mastigação e à prevenção de cáries. No entanto, evidências científicas demonstram que a condição da boca exerce influência direta sobre a saúde de todo o organismo.
Nosso corpo depende dela para praticamente todas as funções vitais: transporte de nutrientes, regulação da temperatura, eliminação de toxinas, lubrificação das articulações, entre muitas outras.
A alimentação desempenha um papel crucial para garantir energia, evitar desconfortos, manter o corpo hidratado e assegurar um bom desempenho.
Embora em algumas situações pontuais o uso de medicamentos por conta própria pareça inofensivo, a automedicação pode mascarar sintomas importantes, atrasar diagnósticos e dificultar a identificação da real causa de um problema de saúde.
A ansiedade é frequentemente associada a sintomas emocionais, como preocupação excessiva, medo constante e sensação de alerta permanente. No entanto, seus efeitos não se limitam à mente.
A palavra "inflamação" frequentemente nos remete a inchaços e vermelhidão após uma batida ou corte. Mas existe outro tipo de inflamação, mais silenciosa e perigosa: a inflamação crônica de baixo grau.
Nos últimos anos, a ciência tem revelado um mundo fascinante dentro de nós: o microbioma intestinal. Essa comunidade de trilhões de microorganismos que habita nosso intestino é hoje reconhecida como um órgão virtual, crucial para a digestão e a imunidade.
Em um mundo idealizado por alimentos brancos e refinados - pão branco, arroz branco, açúcar branco - os alimentos integrais surgem como heróis nutricionais, trazendo de volta à nossa mesa toda a riqueza que a natureza criou.
Você já passou uma noite revirando na cama, com a mente acelerada, incapaz de pegar no sono? A solução para esses problemas pode estar não no seu colchão ou no seu travesseiro, mas sim no seu prato.
Caracterizada pela perda progressiva de memória e de funções cognitivas, ela afeta principalmente pessoas idosas, mas seu impacto vai muito além do indivíduo diagnosticado.
Embora o estresse seja uma resposta natural do corpo a situações de desafio ou perigo, quando se torna crônico pode ter consequências sérias para a saúde, especialmente para o coração.
Embora seja frequentemente associada à dor e à limitação de movimentos na vida diária, seu impacto se estende de forma significativa para o ambiente de trabalho, afetando a produtividade, a carreira e o bem-estar dos profissionais.